PREVENÇÃO DA LEPTOSPIROSE
Para a prevenção da leptospirose, é fundamental que haja medidas relacionadas ao meio ambiente, como obras envolvendo abastecimento de água, lixo e esgoto, melhorias nas condições de habitação humana e o controle dos ratos.
É de extrema importância evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas ou outros ambientes que possam estar contaminados pela urina dos ratos, uma vez que este contato é a principal forma de transmissão da doença.
Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de esgoto devem estar devidamente equipados (botas e luvas de borracha).
O antibiótico doxiciclina pode prevenir a leptospirose. Sendo administrado por via oral uma vez por semana em pessoas que possuam maiores chances de exposição à bactéria, como por exemplo, pessoas que moram ou viajam para uma área em que esteja ocorrendo um surto de leptospirose.
No que diz respeito as medidas de combate aos ratos, vale a pena destacar o adequado gerenciamento dos resíduos orgânicos e o armazenamento apropriado de alimentos. A desinfecção de caixas d'água e sua completa vedação são medidas preventivas que devem ser tomadas periodicamente. As medidas de desratização consistem na eliminação direta dos roedores através do uso de raticidas e devem ser realizadas por equipes técnicas devidamente capacitadas.
A leptospirose geralmente ocorre em duas fases:
· Primeira fase (fase septicêmica): dura cerca de 5 a 14 dias após a infecção, ocorrendo febre, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares intensas nas panturrilhas e nas costas, e calafrios. Os olhos costumam ficar avermelhados no terceiro ou quarto dia. Em alguns casos ocorre tosse com sangue, e dores no peito. A maior parte das pessoas se recupera em cerca de uma semana.
· Segunda fase (fase imune): Há casos em que os sintomas reaparecem alguns dias depois. Acarretando uma inflamação causada pelo sistema imunológico à medida que elimina a bactéria do corpo. A febre retorna e os tecidos que recobrem o cérebro e a medula espinhal (meninges) podem ficar inflamados. Essa inflamação causa rigidez no pescoço e dor de cabeça.
Confira aqui nossas fontes confiáveis e corroboradas por pesquisas científicas
https://www.revistas.ufg.br/iptsp/article/view/6205/4725
http://bvsms.saude.gov.br/dicas-em-saude/2087-leptospirose
http://www.cives.ufrj.br/informacao/leptospirose/lep-iv.html

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